terça-feira, 20 de março de 2018

Morre no Quênia o último macho de rinoceronte branco do mundo

O último rinoceronte branco macho morreu no Quênia aos 45 anos - anunciou a equipe responsável por sua segurança, o que deixa duas fêmeas como únicas sobreviventes da subespécie.
O rinoceronte, chamado Sudan, sofria há muito tempo de complicações de saúde por sua idade avançada e, após um agravamento considerável de seu estado, "a equipe veterinária tomou a decisão de praticar a eutanásia", informou em um comunicado a direção da reserva natural Ol Peteja, do Quênia, onde o animal vivia.
Quando Sudan nasceu em 1973, em Shambe, no Sudão do Sul, havia quase 700 exemplares vivos. Em tese, a morte de Sudan significa a extinção dessa subespécie de rinoceronte.
Os cientistas coletaram, porém, seu material genético e estão tentando desenvolver técnicas de fertilização in vitro para preservar a subespécie.
Uma espécie caçada
Sudan viveu os últimos anos de sua vida em uma reserva de 36.400 hectares no centro de Quênia, ao lado das duas rinocerontes fêmeas desta subespécie, protegido dos caçadores por guardas armados.
"Em Ol Pejeta estamos tristes com a morte do Sudan. Era um grande embaixador de sua espécie e será recordado porque serviu para alertar em nível global sobre a situação que os rinocerontes enfrentam, mas também as muitas milhares de outras espécies ameaçadas de extinção como resultado da insustentável atividade humana", afirmou o diretor do Ol Pejeta, Richard Vigne.
Os rinocerontes têm poucos predadores na natureza por seu tamanho.
Mas a população de rinocerontes brancos do norte foi dizimada em Uganda, na República Centro-Africana, no Sudão e no Chade em consequência da caça dos anos 1970 e 1980, estimulada pela demanda de chifres de rinoceronte para a medicina tradicional chinesa na Ásia e para alças de punhal no Iêmen.
Uma última manada selvagem (20 a 30 rinocerontes) na República Democrática do Congo morreu nos combates registrados neste país no fim dos anos 1990.
Em 2008, o rinoceronte branco do norte foi considerado extinto em estado selvagem.
Os rinocerontes estão no planeta há 26 milhões de anos. Em meados do século XIX, sua população era de quase um milhão na África. Em 2011, o rinoceronte negro ocidental foi considerado extinto.
Sudan evitou a morte em estado selvagem quando foi capturado no Sudão do Sul, ao lado de outros seis exemplares, e enviado na década de 1970 para o zoológico de Dvur Kralove na então Tchecoslováquia.
Esse zoológico na região central da atual República Tcheca é o único lugar do mundo onde aconteceu uma reprodução em cativeiro.
Fonte:https://www.msn.com/pt-br/noticias/meio-ambiente/morre-no-qu%C3%AAnia-o-%C3%BAltimo-macho-de-rinoceronte-branco-do-mundo/ar-BBKsEU8?li=AAggXC1&ocid=mailsignout

quarta-feira, 14 de março de 2018


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Atenção Alunos






Não haverá atendimento de Biologia no dia 16/03/2018 sexta -feira no período da tarde.

sexta-feira, 2 de março de 2018

Dois vírus gigantes e complexos são descobertos no Brasil.
Vivendo em condições primitivas, semelhantes àquelas que deram origem aos primeiros seres vivos do Planeta, dois novos vírus – gigantes e geneticamente complexos –  foram descobertos no Brasil. Tão poderosos e complexos que receberam o nome do Deus do trovão: Tupanvirus. Não que ele seja uma ameaça à vida na terra... Apesar de serem complexos e gigantes, os supervírus não causam doenças e tem preferência por infectar amebas. O poder deles está muito além da capacidade infecciosa. A descoberta e o estudo desses microrganismos podem mudar a classificação dos 3 domínios da vida, proposta e aceita desde 1977, e dar um fim naquela discussão de que vírus não são seres vivos.
Os dois Tupanvirus foram encontrados em ambientes aquáticos: um deles nas lagoas salinas e alcalinas que ficam na região de Corumbá (MS), pelo pesquisador brasileiro Ivan Bergier. O outro em sedimentos marinhos coletados por um robô da Petrobrás, a aproximadamente 3 mil metros de profundidade, na Região da Bacia de Campos (RJ). Eles podem atingir o tamanho de até 2,3 micrômetros (1 micrômetro corresponde a 1 milionésimo de metro), possuem cerca de 1,5 milhões de pares de bases de DNA, e  podem codificar até 1.425 tipos de proteínas. A capacidade desses vírus gigantes garantiu a eles o título de vírus com a maior capacidade de síntese de proteínas já visto, e com esse conjunto completo de genes, eles tornam-se menos dependentes do parasitismo celular!
Créditos: Nature Communicarions.
Além de possuírem 1/3 dos seus genes completamente novos e desconhecidos, os Tupanvirus possuem genes semelhantes aos que existem nos 3 grandes domínios da vidaArchaea (organismos procariontes e quimiotróficos), Bacteria (organismos procariontes e unicelulares) e Eukarya (organismos eucariontes). Com o genoma bastante sofisticado, eles ressuscitam uma grande discussão de 2003 em relação aos mimivírus. Na época, os mimivírus foram identificados como os vírus com o maior capsídeo já visto (o capsídeo é a camada externa e proteica que envolve o material viral), eram capazes de carregar genes que reparavam, replicavam, transcreviam e traduziam o DNA, e que poderiam ser infectados por um outro vírus. O compartilhamento de tantas características com os seres vivos, e a capacidade de adquirir doenças (assim como nós), levou os pesquisadores a considerarem o vírus como um ser vivo, tirando ele do grupo “sem reino”. Pois agora essa discussão voltou...
Isso significa que eles podem ser um elo perdido na evolução dos microrganismos e ainda fundamenta a discussão de que vírus são sim seres vivos. Os pesquisadores ainda acreditam em 3 hipóteses: a 1ª é que os vírus gigantes evoluíram de um ancestral mais simples, a partir da aquisição de genes infectados. A 2ª é a de que os ancestrais dos Tupanvirus eram ainda mais gigantes e complexos, e que ao longo do tempo perderam os genes dispensáveis. Uma 3ª hipótese acredita que os Tupanvirus podem representar a criação de um 4º domínio da vida. Três hipóteses e um fato: este é só o início de um grande debate científico e uma possível revolução na árvore evolutiva.

quarta-feira, 7 de fevereiro de 2018

DNA

O DNA (ácido desoxirribonucleico) é um ácido nucleico essencial para a transmissão das nossas características para nossos descendentes. É ele que determina o fenótipo dos indivíduos. Nos organismos eucariotos, essa molécula está armazenada no núcleo, onde está organizada em cromossomos, e também nas mitocôndrias.
→ Do que é formado o DNA?
O DNA é formado por vários nucleotídeos ligados uns aos outros por ligações fosfodiéster estabelecidas entre o açúcar de um nucleotídio e o fosfato do outro. Cada nucleotídio possui uma constituição básica, sendo formado por:
  • Um açúcar pentose (açúcar com cinco carbonos)
  • Uma base nitrogenada
  • Um radical fosfato
A pentose nos ácidos nucleicos pode ser a desoxirribose ou a ribose. No DNA, encontra-se a desoxirribose, e no RNA está presente a ribose. Já as bases nitrogenadas podem ser adenina, citosina, guanina, timina ou uracila.
Adenina, citosina e guanina ocorrem tanto no DNA quanto no RNA. Já a timina é exclusivamente encontrada no DNA, e a uracila é exclusiva do RNA. As bases adenina e a guanina são chamadas de purinas, e a citosina, timina e uracila são chamadas de pirimidinas. As purinas apresentam dois anéis de carbono e nitrogênio, e as pirimidinas apresentam apenas um anel.
→ Estrutura do DNA
O esquema acima mostra a estrutura do DNA segundo Watson e Crick
O esquema acima mostra a estrutura do DNA segundo Watson e Crick
O DNA foi descoberto no século XIX por Johann Friedrich Miescher, mas a estrutura dessa molécula só foi anunciada por James D. Watson e Francis H. Crick, em 1953, na revista Nature. Sem dúvidas, essa foi uma das maiores descobertas da Biologia.
O modelo proposto por Watson e Crick descreve o DNA como uma molécula constituída por dois longos filamentos que estão enrolados e formam uma estrutura semelhante a uma espiral. O modelo por eles proposto é chamado de dupla-hélice.
Cada filamento está ligado ao outro por meio de ligações de hidrogênio estabelecidas entre suas bases nitrogenadas. A adenina liga-se exclusivamente à timina por duas ligações de hidrogênio, e a citosina liga-se sempre à guanina por meio de três ligações de hidrogênio. Percebe-se aí que uma fita sempre será complementar à outra: se uma fita apresenta a sequência adenina e citosina, é possível afirmar que, na fita paralela, a sequência será timina e guanina.
Para melhor entender esse modelo, podemos pensar no DNA como uma escada em espiral. Essa escada teria os corrimãos formados pelos fosfatos e pelas pentoses, e os degraus seriam as bases nitrogenadas.
   Fonte:http://mundoeducacao.bol.uol.com.br/biologia/dna.htm

terça-feira, 6 de fevereiro de 2018

HORÁRIO DE ATENDIMENTO - 2018


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Há 7 grupos de pessoas que não devem tomar a vacina contra febre amarela

A febre amarela é uma doença infecciosa que frequentemente volta à tona por novos ciclos em cidades brasileiras. Quando eles surgem, há a recomendação para que a população se vacine.
Apesar de a imunização ser eficaz, há algumas contraindicações para a vacina da febre amarela. Veja:

Para quem é indicada?

A vacina é o meio mais eficaz de evitar a febre amarela, condição perigosa que é transmitida pela picada de mosquitos infectados.
Ela é indicada para pessoas de nove meses a 59 anos que moram ou viajam para áreas com risco de transmissão, sejam elas no Brasil ou exterior.

Contraindicação da vacina de febre amarela

Segundo a infectologista Lucy Cavalcanti Vasconcelos, membro da diretoria da Sociedade Paulista de Infectologia (SPI), a vacina é feita do vírus vivo e cultivado em clara de ovo. No entanto, ele é atenuado e, por isso, não tem a capacidade de produzir a doença.
Em pessoas saudáveis e com o sistema imunológico estabelecido, não há riscos. Porém, há grupos de risco nos quais o vírus atenuado pode gerar efeitos colaterais ou não ser eficaz:

Gestantes e lactantes quem amamenta crianças de até seis meses ou está grávida deve evitar a vacina de febre amarela, visto que há uma pequena possibilidade de o vírus afetar o sistema nervoso do feto ou do bebê.

Bebês de até seis meses

vacina contra febre amarela é contraindicada para bebês menores de seis meses pois, nessa fase, o sistema imunológico não está totalmente formado, podendo ser prejudicado pelo vírus atenuado.
Dos seis aos nove meses, a dose é permitida somente após avaliação médica.

Idosos assim como os bebês, pessoas acima dos 60 anos costumam ter imunidade enfraquecida, sendo indicado pensar duas vezes antes de se vacinar contra a condição.

Portadores de doenças que reduzem a imunidade

A droga não é indicada para pessoas que enfrentam doenças relacionadas à baixa imunidade, já que a falta de barreiras pode fazer com que o vírus da vacina se transforme em agressor.
Nestes perfis, estão pacientes com AIDS, câncer, anemia, lúpus e diabetes descontrolada.

Quem toma remédios imunossupressores

Pacientes que tomam medicamentos que enfraquecem o sistema imune também podem ser expostos a riscos pela vacina.
Entre as drogas, estão as usadas em transplantados, portadores de doenças autoimunes e câncer.

Alérgicos a ovo

Outra contraindicação da vacina de febre amarela atinge quem tem alergia a ovo, já que o vírus é cultivado na clara.

https://www.vix.com/pt/saude/551565/ha-7-grupos-de-pessoas-que-nao-devem-tomar-a-vacina-contra-febre-amarela



quarta-feira, 13 de dezembro de 2017

A Síndrome de Treacher Collins

A Síndrome de Treacher Collins está em evidência mundialmente com o recente lançamento do filme “Extraordinário”, em cartaz nos cinemas de todo o país e do exterior e com a atriz Julia Roberts no elenco.
No último mês de novembro, o HRAC-USP recebeu o biólogo norte-americano Francis Smith, nascido com a síndrome e autor do prefácio da nova edição do livro que originou o filme. A obra, de R.J. Palacio, conta a história de August Pullman, o Auggie, uma criança nascida com Síndrome de Treacher Collins que passou por diversas cirurgias e complicações médicas na infância. Educado em casa até os 10 anos, pela primeira vez, ele irá frequentar uma escola regular, e precisará se esforçar para conseguir se encaixar em sua nova realidade.
Francis é pós-doutorando da University of Colorado School of Dental Medicine, dos Estados Unidos, com especial interesse em anomalias craniofaciais. Ele realiza análises do genoma de tecidos embrionários e do formato da face utilizando técnicas especializadas.
Em Bauru, foi um dos palestrantes do 5º Simpósio Internacional de Fissuras Orofaciais e Anomalias Relacionadas, promovido pelo HRAC-USP. Relatou suas experiências de vida com a Síndrome de Treacher Collins e apresentou suas pesquisas sobre as origens das anomalias craniofaciais em embriões. Também deu aula para alunos do Programa de Pós-Graduação em Ciências da Reabilitação do HRAC-USP.
“Nessa visita ao Centrinho, finalmente conheci novos colegas de pesquisa na área de anomalias craniofaciais (professoras Ivy Suedam e Inge Trindade), assim como colegas na área de cirurgia craniofacial, odontologia e outras especialidades. Gostei muito de auxiliar a professora Ivy em sua pesquisa na qual medimos as vias aéreas superiores de pacientes com Síndrome de Treacher Collins”, afirma Francis.
“A primeira vez que ouvi sobre o Centrinho foi de um colega da University of Dundee, na Escócia (professor Peter Mossey, membro do Centro Colaborador da Organização Mundial da Saúde-OMS para Anomalias Craniofaciais). Ele me falou sobre esse hospital único dedicado à pesquisa e reabilitação das anomalias craniofaciais e me encorajou a fazer uma visita”, revela.
A síndrome e o processo de reabilitação“A Síndrome de Treacher Collins é uma condição congênita rara, de causa genética, que acomete 1 a cada 50 a 70 mil nascidos vivos. Caracteriza-se principalmente pelo comprometimento dos ossos da face. Os achados clínicos mais frequentemente observados são: mandíbula pequena ou com malformação e orelhas malformadas ou muitas vezes ausentes. Além disso, a maioria dos pacientes apresenta olhos inclinados devido às malformações no esqueleto ósseo e, outras vezes, fissuras palatinas estão associadas”, explica o médico Cristiano Tonello, chefe técnico da Seção de Cirurgia Craniofacial do HRAC/Centrinho-USP e doutor em Clínica Cirúrgica pela FMUSP.
Segundo o médico, as alterações faciais comprometem, além da estética, funções vitais, e que, se não tratadas no momento e de maneira adequada, podem trazer consequências severas aos pacientes. “As alterações na configuração anatômica da mandíbula podem levar ao desconforto respiratório desde o momento do nascimento até a idade adulta. Cirurgias que incluem o alongamento do osso da mandíbula ou mesmo a traqueostomia (abertura cirúrgica no pescoço para permitir a respiração) são necessárias para que o comprometimento da respiração possa ser resolvido. A dificuldade respiratória associada às malformações faciais podem causar também a dificuldade de alimentação. A necessidade de acompanhamento com pediatras e fonoaudiólogos é imprescindível para que a criança possa mamar e comer”, afirma.
Ainda de acordo com o especialista, o comprometimento da face também é acompanhado em grande parte das vezes por alteração na posição dos dentes e na condição oral desses pacientes. Assim, a atuação do cirurgião-dentista – em especial do odontopediatra e do ortodontista – é fundamental na reabilitação integral desses pacientes.
“A atenção à perda auditiva decorrente das malformações ou ausência das orelhas é outra preocupação comum aos familiares e à equipe que assiste essas crianças. Enquanto que a cirurgia para reconstrução estética da orelha ocorre somente por volta dos 10 anos, o diagnóstico e manejo da perda auditiva deve acontecer nos primeiros meses de vida. A adaptação de aparelhos auditivos ou mesmo a cirurgia para colocação de próteses auditivas semi-implantadas, realizada em alguns casos em idade mais tardia, permitem que o sentido da audição seja restabelecido, além da adequada alfabetização e desenvolvimento da linguagem. Da mesma forma, a correção cirúrgica da fissura palatina naqueles casos em que a criança nasce com o palato aberto é fundamental para que, em conjunto com as terapias fonoaudiológicas, a fala desenvolva-se apropriadamente”, pontua Cristiano Tonello.
O médico destaca ainda que as correções estéticas na região dos olhos e das pálpebras – que consistem basicamente no restabelecimento dos contornos ósseos das margens dos olhos e do reposicionamento do canto das pálpebras – são realizadas durante a infância e visam diminuir os estigmas de uma face esteticamente comprometida. “O comprometimento da face e as frequentes situações enfrentadas pelos pacientes e seus familiares diante de uma condição que muitas vezes causa estranheza aos olhos dos outros geram sentimentos que podem levar ao isolamento social e a quadros de depressão. A própria necessidade de muitas visitas aos diferentes profissionais, além do afastamento da escola e amigos durante os períodos de internação hospitalar para procedimentos cirúrgicos e recuperação pós-operatória, podem acentuar ainda mais esses quadros. A atuação da psicologia junto aos pacientes e seus familiares, portanto, é de fundamental importância para que possam também restabelecer a autoestima e superar desafios”, explana.
Extraordinários
Para aqueles que convivem com os desafios decorrentes da Síndrome de Treacher Collins, seja paciente, familiar ou profissional, a palavra “extraordinário” – que dá nome ao livro e ao filme recém-lançado – simboliza bem a realidade enfrentada por essas pessoas.
“Viver com a Síndrome de Treacher Collins tem sido difícil – com todas as cirurgias, dificuldade para me alimentar e respirar, deficiência auditiva e de fala, e o bullying na escola –, mas também foi recompensador. A experiência me abriu uma carreira nas pesquisas craniofaciais e sensibilização do público. ‘Extraordinário’ é uma boa palavra para descrever a vida daqueles com a Síndrome de Treacher Collins. Espero que todos aqueles que assistirem ao filme ‘Extraordinário’ vejam a experiência de vida extraordinária de Auggie e retirem disso coragem e inspiração”, reforça Francis Smith.
Já Andréia, mãe do garoto Gabriel, diz que a palavra é significativa porque essas crianças lutam para viver e passam por inúmeros procedimentos cirúrgicos para conseguir respirar, se alimentar e ouvir. “Este árduo caminho faz deles mais fortes e perseverantes, faz deles lutadores. Deus nos presenteou com o Gabriel. Enquanto pais aprendemos a lutar pela sua vida, pelo seu futuro, pelos seus direitos. Temos conseguido vencer com determinação, amor, carinho, respeito e um tratamento de qualidade, com apoio da família, amigos, técnicos e profissionais que o atendem. Temos vencido diariamente nossa luta, e, se nós podemos, todos podem!”, encoraja Andréia.
Para o médico Cristiano Tonello, os diferentes profissionais que se envolvem no tratamento desses pacientes têm, no desenvolvimento e evolução dessas crianças, sua maior retribuição. “Temos também a certeza de que somos apenas coadjuvantes nesse processo em que os pacientes e suas famílias são os verdadeiros protagonistas. Os desafios enfrentados e superados, um após o outro, verdadeiramente conferem àqueles que convivem com a Síndrome de Treacher Collins o título de extraordinários!”, finaliza.
Reportagem: Tiago Rodella, Assessoria de Imprensa do HRAC/Centrinho-USP

Fonte: https://g1.globo.com/sp/bauru-marilia/noticia/extraordinario-menino-com-sindrome-retratada-no-filme-ja-passou-por-21-cirurgias.ghtml



sexta-feira, 8 de dezembro de 2017

Leishmaniose

No dia 07, de Dezembro foi realizada a atividade cultural na disciplina  de Biologia  com o tema  Leishmaniose, a atividade foi ministrada pela professora Maju; nesse dia os alunos puderam conhecer o Gênero Leishmania Os dois tipos da  Leishmaniose:   Leishmaniose tegumentar ou cutânea, Leishmaniose visceral ou calazar.
Destacando a importância da identificação deste inseto hematófago,  para eficaz prevenção humana e de animais de estimação ( cães e gatos).








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Mosquito Palha

terça-feira, 5 de dezembro de 2017

A Importância da Hidratação em dias de muito Calor

Nos dias de maior calor talvez queira manter a água (ainda) mais perto. Razões não faltam. 
O nosso corpo é composto por cerca de 70% de água e não é por isso de estranhar a importância de beber e manter o organismo hidratado. Mas com a chegada do verão e das temperaturas mais elevadas, o assunto ganha um novo fôlego e é tema de muitas “conversas”.

PORQUE É IMPORTANTE ESTAR HIDRATADO?

Simples, porque o seu corpo depende da água para sobreviver. Todas as células, tecidos e órgãos do seu corpo estão dependentes da água para funcionarem corretamente.

COMO É QUE O CORPO PERDE ÁGUA?

Se é verdade que mais de metade do seu corpo seja composto por água, também é verdade que perde água todos os dias, através do suor (que aumenta exponencialmente no verão), urina ou (até) respiração.


 RAZÕES PARA SE MANTER HIDRATADO NOS DIAS DE MUITO CALOR


1. A ÁGUA AJUDA A REGULAR A TEMPERATURA CORPORAL

As temperaturas mais elevadas típicas do verão fazem com que a sua temperatura corporal aumente e elimine uma maior quantidade de água (existente no seu corpo) através da transpiração, com o intuito de manter uma temperatura normal. É aqui que a água intervém, já que ajuda a controlar a temperatura do corpo e a mantê-lo mais confortável ao longo do dia (que é como quem diz, mais fresco).


2. EVITA A DESIDRATAÇÃO CORPORAL

Não deve beber água apenas quando sente sede, muito pelo contrário, deve beber mesmo sem sentir sede. Isto porque a sensação de sede surge já quando o organismo está em processo desidratação, algo que quer evitar. E mais. No verão é aconselhável consumir mais do que os dois litros de água diários, usualmente recomendados.


3. CERTAS BEBIDAS AUMENTAM O RISCO DE DESIDRATAÇÃO

Falamos dos refrigerantes ou bebidas alcoólicas, por exemplo. Pode até parecer-lhe boa ideia no momento, mas a verdade é que estas bebidas podem contribuir para aumentar o risco de desidratação. O ideal é que prefira e consuma água para se manter hidratado.


4. A ÁGUA FORNECE OXIGÊNIO ÀS CÉLULAS CORPORAIS E AJUDA A ELIMINAR TOXINAS

São bem conhecidos os benefícios da água para o organismo. Não só fornece o oxigênio necessário às células, como ainda mantém a pele saudável e elimina toxinas prejudiciais ao organismo que podem originar problemas de saúde.


SINTOMAS DE DESIDRATAÇÃO

Nada melhor que saber reconhecer os sinais para os evitar ou combater. Os principais sinais de desidratação incluem:
  1. Boca seca
  2. Sonolência ou fadiga
  3. Sede extrema
  4. Dores de cabeça
  5. Urina menos vezes ou a urina tem uma cor mais escura 

Fonte: www.vidaativa.pt/a/importancia-da-hidratacao


Por que animais entram em extinção?

Muitos animais que já passaram pelo planeta Terra foram extintos, como os famosos dinossauros. Antigamente, isso ocorria de forma natural, geralmente porque determinada espécie não era tão bem adaptada e acabava perdendo espaço para as mais fortes. Porém, hoje em dia, o principal causador da extinção dos animais é o ser humano.
O homem utiliza muitos recursos do meio ambiente, causando destruição onde esses animais vivem. Desmatamento; poluição do ar, das águas e do solo; incêndios florestais de proporções gigantescas; tudo isso acaba causando um desequilíbrio na natureza e dificultando a vida e a reprodução de certos animais, que acabam sendo extintos.
Outro grande causador da extinção é a caça ou pesca excessiva. Seja para usar a pele, a carne ou qualquer outro material provindo do animal, o ser humano pratica a caça com uma frequência maior que a capacidade de reprodução dos bichos, o que acaba fazendo com que o número de animais vá diminuindo até que acabe extinto de vez.
Fonte:http://o-porque.com/curiosidade/animais-entram-extincao/
Atividade Cultural - Reciclagem

A atividade foi desenvolvida pela professora Camila ,no dia 05/12/2017 ,com o objetivo de conscientizar os alunos sobre a importância da reciclagem,a redução de consumo de materiais,a produção excessiva e o descarte do lixo.


segunda-feira, 4 de dezembro de 2017

A HISTÓRIA DA DOENÇA DE CHAGAS


FONTE:https://www.youtube.com/watch?v=x0pyiV0Pttc

A AIDS ainda é uma doença PERIGOSA!

COMO UMA PESSOA FICA SABENDO SE TEM AIDS?
Conhecer o quanto antes a sorologia positiva para o HIV aumenta muito a expectativa de vida de uma pessoa que vive com o vírus. Quem se testa com regularidade, busca tratamento no tempo certo e segue as recomendações da equipe de saúde ganha muito em qualidade de vida.
Além disso, as mães que vivem com HIV têm 99% de chance de terem filhos sem o HIV se seguirem o tratamento recomendado durante o pré-natal, parto e pós-parto.
Por isso, se você passou por uma situação de risco, como ter feito sexo desprotegido ou compartilhado seringas, faça o teste anti-HIV. O diagnóstico da infecção pelo HIV é feito a partir da coleta de sangue ou por fluido oral. No Brasil, temos os exames laboratoriais e os testes rápidos, que detectam os anticorpos contra o HIV em cerca de 30 minutos. Esses testes são realizados gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS), nas unidades da rede pública e nos Centros de Testagem e Aconselhamento (CTA).
Os exames podem ser feitos de forma anônima. Nesses centros, além da coleta e da execução dos testes, há um processo de aconselhamento, para facilitar a correta interpretação do resultado pelo(a) usuário(a). Também é possível saber onde fazer o teste pelo Disque Saúde (136).
Além da rede de serviços de saúde, é possível fazer os testes por intermédio de uma Organização da Sociedade Civil, no âmbito do Programa Viva Melhor Sabendo.
Em todos os casos, a infecção pelo HIV pode ser detectada em, pelo menos, 30 dias a contar da situação de risco. Isso porque o exame (o laboratorial ou o teste rápido) busca por anticorpos contra o HIV no material coletado. Esse período é chamado de janela imunológica.



FONTE:
http://www.aids.gov.br/pt-br/publico-geral/o-que-e-hiv/diagnostico-do-hiv
https://www.youtube.com/watch?v=-BWv7n5IRvk