segunda-feira, 21 de outubro de 2019

O impacto do vazamento de petróleo no Nordeste.



Depois de semanas em que o mundo se acostumou a ler notícias sobre as queimadas na Amazônia, a bola da vez é o mar brasileiro. Desde o início de setembro, 138 pontos do litoral nordestino foram atingidos por manchas de petróleo deixadas, segundo a Petrobras, por uma mistura de óleos venezuelanos. Ainda não está claro se o despejo de rejeitos na costa brasileira foi, de fato, criminoso. O mais provável é que o acidente tenha ocorrido durante a passagem de óleo de um navio para o outro. O vazamento atinge nove estados e o prejuízo para a vida marinha é incalculável. Segundo especialistas, o petróleo cru pode afetar a digestão dos animais e o desenvolvimento de algas, que são essenciais para a cadeia alimentar de espécies em extinção como a tartaruga marinha e o peixe-boi-marinho. Pontos turísticos como Maragogi (AL), Praia do Forte (BA), Porto das Galinhas (PE) e Praia do Futuro (CE) são alguns dos locais afetados.

quinta-feira, 26 de setembro de 2019




Dicas para o Enem



1. Saiba o que será cobrado em cada uma das provas

Leia com atenção o Edital do Enem. Nele você encontrará uma lista dos assuntos que serão cobrados em cada uma das provas:
  • Linguagens, Códigos e suas Tecnologias
  • Matemática e suas Tecnologias
  • Ciências da Natureza e suas Tecnologias
  • Ciências Humanas e suas Tecnologias
  • Redação
Comece a estudar o quanto antes. As questões do Enem são complexas e misturam diversas matérias para identificar se o estudante realmente entendeu o assunto.

2. Cuidado com as atitudes que possam desclassificá-lo

De nada adianta você estudar o ano inteiro e, no dia da prova, chegar atrasado ou postar uma foto do Exame nas redes sociais. Isso vai desclassificá-lo na hora.
Para não correr o risco de ter uma atitude que possa anular sua participação, leia atentamente o edital. Todos os anos tem alguma novidade envolvendo o Enem e é importantíssimo que você saiba exatamente o que pode e o que não pode fazer no dia da prova.
Normalmente, só é permitido usar caneta esferográfica de tinta preta e fabricada em material transparente. É proibido o uso de aparelhos eletrônicos durante a prova e nem pense em dar aquela olhadinha para o lado. Qualquer tentativa de cola vai deixá-lo fora da disputa!

3. Leia bastante e saiba interpretar textos

A prática da leitura é indispensável para se dar bem no Enem. As questões costumam ter textos longos e se você tem o hábito de ler conseguirá interpretá-las com mais facilidade e agilidade.
Algumas questões apresentam assuntos do cotidiano e a prova de redação sempre traz um tema da atualidade. Portanto, fique ligado nos principais acontecimentos do Brasil e do mundo. Leia jornais e revistas e acompanhe os noticiários.
Tenha a mente aberta e procure ler opiniões diferentes das suas sobre assuntos polêmicos. Isso pode ajudá-lo a apresentar melhor o seu ponto de vista na redação.

4. Faça simulados e controle o tempo de prova

Um dos segredos para ter um bom desempenho no Enem é treinar bastante. As provas são bem extensas e os participantes têm poucas horas para respondê-las. Em média você terá três minutos para resolver cada questão e cerca de uma hora para elaborar a redação e passar seu texto a limpo na folha correspondente.
Ou seja, além de estudar muito os conteúdos, é importante que você saiba controlar o tempo de prova para não correr o risco de ter que deixar questões em branco ou chutar respostas.
Fazer simulados ajuda muito. Você pode aproveitar os que são organizados por escolas e cursinhos, resolver alguns pela internet ou mesmo fazer o download das provas anteriores do Enem no site do Inep.
É uma excelente forma de se familiarizar com o tipo de questão cobrada no Exame.
Após resolver o simulado, confira o gabarito e revise as questões que errou. É importante identificar quais conteúdos precisam de mais atenção.

5. Pratique a redação

É importante treinar não só para as provas objetivas, mas também para a redação. A melhor forma de fazer isso é escrevendo bastante.
Pratique o modelo exigido no Enem usando os temas que já apareceram no Exame.
Lembre-se que sua redação deve respeitar os direitos humanos e que você precisará defender um ponto de vista, além de apresentar uma proposta de intervenção social para o problema abordado.
No início, leve o tempo que for preciso para conseguir argumentar e discorrer sobre o tema proposto. Com a prática, tente estruturar seu texto de forma mais rápida (lembrando que você terá cerca de uma hora para escrever sua redação e passá-la a limpo no dia da prova).

6. Chegue com bastante antecedência

Você já deve saber que a organização do Enem não tolera nem um minuto de atraso. Todos os anos muitos estudantes são desclassificados por não conseguirem entrar no local de prova antes que os portões se fechem. Programe-se para chegar com antecedência!
Você saberá o local exato da prova quando o MEC liberar o Cartão de Confirmação de Inscrição. Isso deve acontecer alguns dias antes da aplicação do Enem. Aproveite para conhecer o caminho e ver quanto tempo você leva da sua casa até o seu local de prova.
Considere que no dia do Exame muitas pessoas estarão se dirigindo para o mesmo endereço e o trânsito será mais pesado que o previsto. Saia bem cedo de casa e planeje-se para chegar antes dos portões abrirem.
7. Descanse na véspera da prova
Aproveite cada tempo livre durante o ano para se dedicar aos estudos. Na véspera do Exame, procure descansar e dormir cedo.
A prova do Enem é extensa e bastante exaustiva. Portanto, é fundamental que você esteja relaxado, concentrado e com o sono em dia!

terça-feira, 17 de setembro de 2019

O FLORESCIMENTO DOS IPÊS!


O período seco já tem atuado em algumas partes do nosso país, principalmente na região centro-oeste e nordeste, e nesse período ocorre um dos eventos mais belos da natureza brasileira, a floração dos ipês, árvore símbolo do Cerrado. Essas árvores têm diferentes cores, roxo, rosa branco e o mais comum o amarelo.

 Com a queda da umidade relativa do ar, copas amarelas, rosas, roxas e brancas tomam a paisagem e fazem refletir aqueles que encaram a seca apenas como tempo cinzento de queimadas e vegetação marrom. As cores vibrantes do gênero tabebuia spp., composta pelas variedades da planta, irrompem de junho a setembro. 

Eles costumam florir em meses diferentes em algumas regiões,

·         Junho e julho: ipê-roxo

·         Julho e agosto: ipê-amarelo

·         Fim de agosto: ipê-rosa

·         Setembro: ipê-branco e ipê amarelo

Nota: Nem sempre a florada dos ipês respeitam essas datas, pois a influência do clima é determinante para que as árvores entrem em período de reprodução.

  As floradas costumam durar uma semana, em média, e variam conforme a pouca concentração de água na atmosfera. No caso do amarelo, ele pode se estender por até 10 dias e tem duas edições: uma após a do roxo, aproximadamente em julho, e outra em setembro, quando se anuncia a chegada da temporada de chuva. Ao fim desse período as árvores produzem frutos secos, do tipo cápsula, que quando maduras liberam sementes com alas a longas distâncias.



                                                               IPÊ ROXO

                                                       IPÊ AMARELO
                                                                   IPÊ BRANCO

                                                                IPÊ ROSA

FATORES QUE INFLUENCIAM A FLORAÇÃO DOS IPÊS NO BRASIL
   Existem vários fatores que precisamos levar em consideração para entender porque uma árvore não floresce. Entre eles: Luz, água, adubação, temperatura e idade da planta.


Luz (fotoperíodo)

      Na primavera e no verão os dias são mais longos e assim as plantas que florescem nessa época são chamadas de plantas de dias longos.

      No outono e no inverno temos dias mais curtos e as plantas que florescem nessa época são chamadas de plantas de dias curtos. É o caso dos ipês, que florescem no inverno.

Água

      A água também ajuda a estimular ou atrasar a floração, isso varia de acordo com a espécie. No caso dos ipês, florescem em época de seca, assim para ajudar a imitar uma situação de seca, não regue seus ipês nos meses anteriores à floração.

Adubação

      O fertilizante é a comida das plantas e tanto macro quanto micronutrientes são importantes na formação das flores e frutos. Assim tenha certeza que seus ipês estejam bem nutridos.

Temperatura

      A queda de temperatura também é um fator que auxilia na floração. Os ipês florescem na época onde as temperaturas são menores.

Idade da planta

      A idade da planta está relacionada com a maturidade da árvore, isso varia de acordo com os cuidados com adubação, rega ou fertilidade do solo. Em geral o florescimento ocorre com cerca de 5 anos de idade, esse tempo pode diminuir se a planta estiver bem cuidada


Fonte: http://www.centralflorestal.com.br/2017/08/o-florescimento-dos-ipes.html

sexta-feira, 13 de setembro de 2019

Boletim Epidemiológico do Sarampo !


Sarampo é uma doença viral, infecciosa aguda, grave, transmissível, altamente contagiosa e comum na infância. A doença começa inicialmente com febre, exantema (mancha avermelhadas que se distribuem de forma homogênea pelo corpo), sintomas respiratórios e oculares.
No quadro clínico clássico, as manifestações incluem tosse, coriza, rinorréia (rinite aguda), conjuntivite (olhos avermelhados), fotofobia (aversão à luz) e manchas de koplik (pequenos pontos esbranquiçados presentes na mucosa oral). A evolução da doença pode originar complicações infecciosas com amigdalites (mais comum em adultos), otites (mais comum em crianças), sinusites, encefalites e pneumonia, que podem levar à óbito. As complicações frequentemente acometem crianças desnutridas e menores de um ano de idade.
TRANSMISSÃO
A transmissão ocorre de pessoa a pessoa por meio de secreções (ou aerossóis) presentes na fala, tosse, espirros ou até mesmo respiração. Na presença de pessoas não imunizadas ou que nunca apresentaram sarampo, a doença pode se manter em níveis endêmicos, produzindo epidemias recorrentes.
Desde o início de 2019 foram notificados 489 casos suspeitos de sarampo provenientes de 135 municípios no estado de Minas Gerais. Destes, 183 foram descartados, 288 estão em investigação e 18 casos foram confirmados. Dos 18 casos confirmados no ano, 04 aconteceram no primeiro trimestre de 2019 e são residentes dos municípios de Belo Horizonte, Contagem e Betim, tendo esta cadeia, como caso índice, um viajante da proveniente da Europa.
O primeiro caso confirmado é de um italiano, residente em Betim, com história de viagem recente à Croácia e à Itália nos meses de dezembro de 2018 e janeiro de 2019. As ações de bloqueio vacinal e pesquisa diagnóstica foram iniciadas pelas equipes da vigilância local. O paciente foi hospitalizado e amostras laboratoriais foram coletadas, apresentando positividade para sarampo tanto na FUNED/MG, quanto no Laboratório de Referência Nacional (Fiocruz/RJ). O genótipo identificado na amostra do italiano foi o D8, que está distante geneticamente dos casos de D8 identificados nos demais surtos de 2018 no Brasil. Sendo assim, esse caso é considerado importado.
O segundo caso confirmado é de um adulto jovem, de 25 anos, profissão gesseiro, sem comprovante vacinal, residente em Contagem e que saiu de Trindade (PE) no final de janeiro. Foi atendido em UPA da capital e hospitalizado com suspeita de dengue, mas com clínica compatível com sarampo. No período de transmissão, trabalhou em condomínio fechado em um município da região metropolitana da capital. Não possui história evidente de contato suspeito.
SINTOMAS
 Os sintomas iniciaram em 01 de março. Foi realizada a investigação e realização de exame, confirmando laboratorialmente como sarampo, nas duas coletas testadas pela Funed, além de pesquisa de Biologia Molecular pela Técnica de PCR no Laboratório de Referência Nacional (Fiocruz/RJ) com resultado detectável. O genótipo identificado na amostra foi o D8, com características do genótipo do italiano. Quanto às ações de controle, foi realizado bloqueio vacinal nos familiares. Esse caso é considerado autóctone, porém relacionado ao caso importado.
O terceiro caso é de uma criança de 01 ano, vacinada em 13/11/18, residente em Belo Horizonte, com início de sintomas em 12/02/19. Foi atendido em UBS da capital, transferido à UPA e hospitalizado. Teve deslocamento para a cidade de Carmópolis de Minas e para a casa da avó, em Contagem (no período de incubação da doença); estuda em UMEI, foi à UBS local no período de transmissibilidade e não possui história evidente de contato suspeito. Foram realizados bloqueio vacinal e intensificação no quarteirão de sua residência, na escola e em familiares. Apresentou resultado reagente de sorologia na primeira amostra. Já na segunda amostra, apresentou não reagente. No PCR apresentou resultado detectável para sarampo na Biologia Molecular pelo laboratório da Fiocruz/RJ, porém também não foi possível identificar o genótipo. O caso também é considerado autóctone, possivelmente relacionado aos casos anteriores, de acordo com o período de transmissão.
O quarto caso confirmado é de uma adolescente, 13 anos, portadora de Lúpus, residente em Belo Horizonte. Esteve em Porto Seguro-BA e Almenara-MG no mês de janeiro. Por apresentar quadro de artralgia, procurou por atendimento em hospital de Contagem em 17 de fevereiro de 2019 e o resultado foi reagente para dengue. Em 06 de março, apresentou sintomas compatíveis com caso suspeito de sarampo e procurou uma Unidade de Pronto Atendimento de Contagem. Foi orientada a buscar atendimento em Belo Horizonte, onde foi hospitalizada em isolamento. Foi realizada a investigação e realização de exame, confirmando laboratorialmente como sarampo nas duas coletas testadas pela Funed, além de pesquisa de Biologia Molecular pela Técnica de PCR no Laboratório de Referência Nacional (Fiocruz/RJ) com resultado detectável. Por impossibilidade técnica, não foi possível identificar o genótipo da amostra enviada. Quanto às ações de controle, foi realizado bloqueio vacinal nos familiares e na UPA onde ocorreu o primeiro atendimento. Esse caso também é considerado autóctone, possivelmente relacionado aos casos anteriores, de acordo com o período de transmissibilidade.
Nas últimas semanas, 10 casos de pessoas residentes em Uberlândia foram confirmados em uma mesma cadeia de transmissão. Estes casos foram confirmados pelo critério clínico-epidemiológico, isto é, apresentaram sinais e sintomas característicos da doença e têm esta história de contato direto com o caso de sarampo confirmado. Além desses, (01) caso de pessoa residente do município de Juiz de Fora foi confirmado pelo critério clínico-epidemiológico, pois teve contato direto com um familiar residente do estado de São Paulo, que foi confirmado laboratorialmente para sarampo. Outros 03 (três) casos foram confirmados laboratorialmente pela técnica de RT-PCR, realizada na FUNED e são residentes nas cidades de Betim (1), Pedralva (1) e Jundiaí-SP (1), sendo que este último, foi notificado e hospitalizado na capital mineira.
Ações da SES-MG
Ações de prevenção e controle do Sarampo no Estado de Minas Gerais:
§  Construção e divulgação do “Plano de Contingência para Resposta às Emergências em Saúde Pública: Sarampo”;
§  Instalação da Sala de Situação/Centro de Operações de Emergência em Saúde 
§  Vacinação seletiva
§  Emissão de inúmeros Alertas para os profissionais de saúde sobre a doença e locais com 
§  Elaboração de Boletim Epidemiológico semanal;
§  Elaboração de Memorando com orientações sobre intensificação vacinal principalmente nas GRS/SRS que fazem divisa com o estado de São Paulo.
§  Elaboração de Memorando com orientações sobre a conduta vacinal em menores de 1 ano;
§  Realização de videoconferências com as Unidades Regionais de Saúde;
§  Intensificação de mídia e ações de mobilização social;
§  Interface direta com a Fundação Ezequiel Dias (FUNED-MG), iniciando a realização do exame PCR em tempo real (exames laboratoriais mais sensíveis, específicos e rápidos);
§  Elaboração e divulgação do “Fluxograma de Atendimento aos Casos Suspeitos de Sarampo”;
§  Definição de serviços de saúde referência no Estado para pediatria e adultos.

terça-feira, 20 de agosto de 2019

Cadeia alimentar

Na cadeia alimentar, organismos estabelecem relação de alimentação em um ecossistema. A cadeia é composta por produtores, consumidores e decompositores. No meio ambiente, os seres vivos interagem entre si, transferindo matéria e energia por meio de nutrição. Essa sequência de seres vivos em que um serve de alimento para o outro pode ser chamada tanto de cadeia alimentar quanto de teia alimentar, sendo essa última denominação no caso de cadeias alimentares interligadas.

Cada etapa da cadeia alimentar é chamada de nível trófico. Em um ecossistema, o primeiro nível trófico é representado pelos produtores, que nos ecossistemas terrestres são seres autotróficos fotossintetizantes ou quimiossintetizantes, as plantas e as bactérias do solo, respectivamente. Eles produzem sua própria matéria orgânica, que será utilizada pelo segundo nível trófico, os consumidores primários, cujos representantes principais são os herbívoros, como as capivaras, que dependem diretamente dos vegetais para sua nutrição. Os consumidores primários servem de alimento, ou melhor, são a presa para o terceiro nível trófico, os consumidores secundários, que são carnívoros e predadores como a onça, por exemplo.
Os onívoros podem participar tanto como consumidores primários, quanto como secundários, uma vez que se alimentam de vegetais e animais (caso do homem, por exemplo). A seguir, todos os próximos consumidores serão carnívoros e se alimentarão do nível trófico anterior. Ao final da cadeia alimentar, ocupando o último nível trófico, encontram-se os decompositores, que são os seres sapróbios ou saprófagos, principalmente os fungos e bactérias que vivem no solo e na água e são responsáveis por reciclar a matéria orgânica, que inclui dejetos dos seres detritívoros (como a minhoca e urubus) e cadáveres. 

terça-feira, 13 de agosto de 2019

Atividade Cultural- ENEM


Atividade realizada no dia 12/08/2019, onde a proposta foi trabalhar assuntos que normalmente são cobrados nas provas do Enem e  dicas de como se preparar para o exame.
A atividade foi encerrada com questões retiradas do Enem  onde os alunos analisaram  e resolveram juntamente com a professora. 




quarta-feira, 12 de junho de 2019

Alimentos Transgênicos

Os alimentos transgênicos correspondem aos alimentos geneticamente modificados (AGM), ou seja, são aqueles em que o DNA é modificado.
Esses alimentos são produzidos em laboratório por meio de técnicas artificiais de engenharia genética. Assim, os embriões são alterados na medida em que recebem um gene de outra espécie.

Produção de Alimentos Transgênicos: as questões discutidas

Muito se discute sobre a efetividade desses tipos de alimentos “artificiais”, visto que na natureza muitos deles não se reproduziram dessa maneira.
Há controvérsias a respeito dos nutrientes que contém, bem como suas implicações éticas, econômicas, sociais e políticas.
engenharia genética e a comercialização de alimentos geneticamente modificados é considerada uma área promissora por oferecer perspectiva de inovação ao melhoramento convencional de plantas.
Isso porque a manipulação de material genético das plantas e de outros seres vivos contribuem, sobretudo, na obtenção de alimentos menos perecíveis, mais saudáveis e mais seguros.
Os testes de transgenia têm como objetivo desenvolver plantas e animais mais resistentes a doenças, pragas, agrotóxicos e mudanças climáticas, aumentando assim, a produtividade.
Por outro lado, há controvérsias sobre a natureza de tais alimentos. Esse fator está relacionado com os efeitos a curto e longo prazo para a saúde dos seres humanos e dos animais. Em outras palavras, visar o lucro em detrimento da saúde, o que pode ser um grande problema no futuro.

Transgênicos no Brasil

Produção de transgênicos no Brasil
Produção de transgênicos no Brasil
Em 2017, no Brasil, foram ocupados 50,2 milhões de hectares (ha) com culturas transgênicas, a maior parte de soja. Com isso, o país tornou-se o segundo maior produtor de transgênicos do mundo, atrás apenas dos Estados Unidos.
O Brasil destaca-se por ter lançado comercialmente, em 2015, o primeiro organismo geneticamente modificado totalmente desenvolvido no país: uma soja tolerante à herbicida, fruto de parceria entre a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) e a empresa alemã Basf.

Vantagens e Desvantagens dos alimentos transgênicos

Os alimentos transgênicos possuem uma série de vantagens e desvantagens, das quais destacam-se:

Vantagens dos alimentos transgênicos

  • Maior produtividade;
  • Redução de custos;
  • Aumento do potencial nutricional do alimento;
  • Plantas mais resistentes às pragas (insetos, fungos, vírus, bactérias) e aos agrotóxicos, inseticidas e herbicidas;
  • Aumento da tolerância das plantas as condições adversas de solo e clima;
  • Redução do uso de agrotóxicos.

Desvantagens dos alimentos transgênicos

  • Desenvolvimento de doenças (reações alérgicas, câncer, etc.);
  • Desequilíbrio ambiental (poluição do solo, da água e do ar, desaparecimento de espécies, perda da biodiversidade, contaminação de sementes, etc).

Fonte: todamateria

sexta-feira, 24 de maio de 2019

Atividade cultural realizada dia 24/05/2019  
Doenças Sexualmente Transmissíveis - DSTs






terça-feira, 14 de maio de 2019

Os agrotóxicos e nossa saúde

É comum o uso de agrotóxicos na agricultura não somente no nosso país, como no mundo todo. Geralmente usados para evitar algum tipo de praga em uma plantação, esses produtos acabam sendo utilizados inadequadamente, gerando riscos à saúde das pessoas. As mortes e intoxicações pelo uso desses produtos acabaram tornando-se um grande problema de saúde pública.
Os riscos são grandes e podem ocasionar problemas em curto, médio e longo prazo, a depender da substância utilizada e do tempo de exposição ao produto. Pesquisas apontam que ocorrem mais de 200 mil mortes por ano no mundo em virtude de problemas gerados pelo uso de agrotóxicos, sendo que a maioria ocorre em países em desenvolvimento.
A intoxicação por agrotóxicos pode ocasionar tonturas, cólicas abdominais, náuseas, vômitos, dificuldades respiratórias, tremores, irritações na pele, nariz, garganta e olhos; convulsões, desmaios, coma e até mesmo a morte. As intoxicações crônicas — aquelas causadas pela exposição prolongada ao produto — podem gerar problemas graves, como paralisias, lesões cerebrais e hepáticas, tumores, alterações comportamentais, entre outros. Em mulheres grávidas, podem levar ao aborto e à malformação congênita.
Toda a população em alguma fase da vida será exposta a agrotóxicos, seja através do consumo ou durante o trabalho. Entre os grupos que mais sofrem com os efeitos dessa substância, podemos destacar os trabalhadores rurais que manuseiam frequentemente esse tipo de produto.
É possível observar com frequência trabalhadores do campo utilizando essas substâncias sem nenhuma proteção adequada. Além disso, muitas vezes a intoxicação desses trabalhadores não é levada a sério, além de, sequer, procurarem atendimento médico. Por isso, é comum a morte dessas pessoas, que muitas vezes não conhecem o verdadeiro risco de tais substâncias.
Entre alguns sintomas que podem surgir em virtude do manuseio de agrotóxicos, podemos destacar dores de cabeça, desmaios, convulsões, náuseas, falta de ar e vômitos. Por, normalmente, serem sintomas pouco específicos, é comum que não sejam associados a possíveis intoxicações. Entretanto, ao senti-los, é extremamente importante procurar um médico e informá-lo a respeito dos produtos que foram recentemente manipulados
Além dos problemas graves gerados aos trabalhadores rurais, agrotóxicos podem ser encontrados nos alimentos, prejudicando assim outras pessoas. Apesar de todos os cuidados do consumidor, que lava o alimento muitas vezes até com água sanitária, os agrotóxicos não são totalmente removidos dessa maneira. Algumas vezes, essas substâncias penetram nos tecidos vegetais, fazendo com que a lavagem remova apenas partes delas. Já a água sanitária é bastante útil para matar alguns micro-organismos, mas não é eficaz na eliminação de agrotóxicos.
Para diminuir o consumo dessas substâncias, a população pode optar por comprar produtos orgânicos. Esses alimentos caracterizam-se por não serem produzidos com a utilização de agrotóxicos.