terça-feira, 3 de setembro de 2019
terça-feira, 20 de agosto de 2019
Cadeia alimentar
Na cadeia alimentar, organismos estabelecem relação de alimentação em um ecossistema. A cadeia é composta por produtores, consumidores e decompositores. No meio ambiente, os seres vivos interagem entre si, transferindo matéria e energia por meio de nutrição. Essa sequência de seres vivos em que um serve de alimento para o outro pode ser chamada tanto de cadeia alimentar quanto de teia alimentar, sendo essa última denominação no caso de cadeias alimentares interligadas.
Cada etapa da cadeia alimentar é chamada de nível trófico. Em um ecossistema, o primeiro nível trófico é representado pelos produtores, que nos ecossistemas terrestres são seres autotróficos fotossintetizantes ou quimiossintetizantes, as plantas e as bactérias do solo, respectivamente. Eles produzem sua própria matéria orgânica, que será utilizada pelo segundo nível trófico, os consumidores primários, cujos representantes principais são os herbívoros, como as capivaras, que dependem diretamente dos vegetais para sua nutrição. Os consumidores primários servem de alimento, ou melhor, são a presa para o terceiro nível trófico, os consumidores secundários, que são carnívoros e predadores como a onça, por exemplo.
Cada etapa da cadeia alimentar é chamada de nível trófico. Em um ecossistema, o primeiro nível trófico é representado pelos produtores, que nos ecossistemas terrestres são seres autotróficos fotossintetizantes ou quimiossintetizantes, as plantas e as bactérias do solo, respectivamente. Eles produzem sua própria matéria orgânica, que será utilizada pelo segundo nível trófico, os consumidores primários, cujos representantes principais são os herbívoros, como as capivaras, que dependem diretamente dos vegetais para sua nutrição. Os consumidores primários servem de alimento, ou melhor, são a presa para o terceiro nível trófico, os consumidores secundários, que são carnívoros e predadores como a onça, por exemplo.
Os onívoros podem participar tanto como consumidores primários, quanto como secundários, uma vez que se alimentam de vegetais e animais (caso do homem, por exemplo). A seguir, todos os próximos consumidores serão carnívoros e se alimentarão do nível trófico anterior. Ao final da cadeia alimentar, ocupando o último nível trófico, encontram-se os decompositores, que são os seres sapróbios ou saprófagos, principalmente os fungos e bactérias que vivem no solo e na água e são responsáveis por reciclar a matéria orgânica, que inclui dejetos dos seres detritívoros (como a minhoca e urubus) e cadáveres.
terça-feira, 13 de agosto de 2019
Atividade Cultural- ENEM
Atividade realizada no dia 12/08/2019, onde a proposta foi trabalhar assuntos que normalmente são cobrados nas provas do Enem e dicas de como se preparar para o exame.
A atividade foi encerrada com questões retiradas do Enem onde os alunos analisaram e resolveram juntamente com a professora.
quarta-feira, 12 de junho de 2019
Alimentos Transgênicos
Os alimentos transgênicos correspondem aos alimentos geneticamente modificados (AGM), ou seja, são aqueles em que o DNA é modificado.
Esses alimentos são produzidos em laboratório por meio de técnicas artificiais de engenharia genética. Assim, os embriões são alterados na medida em que recebem um gene de outra espécie.
Produção de Alimentos Transgênicos: as questões discutidas
Muito se discute sobre a efetividade desses tipos de alimentos “artificiais”, visto que na natureza muitos deles não se reproduziram dessa maneira.
Há controvérsias a respeito dos nutrientes que contém, bem como suas implicações éticas, econômicas, sociais e políticas.
A engenharia genética e a comercialização de alimentos geneticamente modificados é considerada uma área promissora por oferecer perspectiva de inovação ao melhoramento convencional de plantas.
Isso porque a manipulação de material genético das plantas e de outros seres vivos contribuem, sobretudo, na obtenção de alimentos menos perecíveis, mais saudáveis e mais seguros.
Os testes de transgenia têm como objetivo desenvolver plantas e animais mais resistentes a doenças, pragas, agrotóxicos e mudanças climáticas, aumentando assim, a produtividade.
Por outro lado, há controvérsias sobre a natureza de tais alimentos. Esse fator está relacionado com os efeitos a curto e longo prazo para a saúde dos seres humanos e dos animais. Em outras palavras, visar o lucro em detrimento da saúde, o que pode ser um grande problema no futuro.
Transgênicos no Brasil

Em 2017, no Brasil, foram ocupados 50,2 milhões de hectares (ha) com culturas transgênicas, a maior parte de soja. Com isso, o país tornou-se o segundo maior produtor de transgênicos do mundo, atrás apenas dos Estados Unidos.
O Brasil destaca-se por ter lançado comercialmente, em 2015, o primeiro organismo geneticamente modificado totalmente desenvolvido no país: uma soja tolerante à herbicida, fruto de parceria entre a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) e a empresa alemã Basf.
Vantagens e Desvantagens dos alimentos transgênicos
Os alimentos transgênicos possuem uma série de vantagens e desvantagens, das quais destacam-se:
Vantagens dos alimentos transgênicos
- Maior produtividade;
- Redução de custos;
- Aumento do potencial nutricional do alimento;
- Plantas mais resistentes às pragas (insetos, fungos, vírus, bactérias) e aos agrotóxicos, inseticidas e herbicidas;
- Aumento da tolerância das plantas as condições adversas de solo e clima;
- Redução do uso de agrotóxicos.
Desvantagens dos alimentos transgênicos
- Desenvolvimento de doenças (reações alérgicas, câncer, etc.);
- Desequilíbrio ambiental (poluição do solo, da água e do ar, desaparecimento de espécies, perda da biodiversidade, contaminação de sementes, etc).
Fonte: todamateria
quarta-feira, 22 de maio de 2019
terça-feira, 14 de maio de 2019
Os agrotóxicos e nossa saúde
É comum o uso de agrotóxicos na agricultura não somente no nosso país, como no mundo todo. Geralmente usados para evitar algum tipo de praga em uma plantação, esses produtos acabam sendo utilizados inadequadamente, gerando riscos à saúde das pessoas. As mortes e intoxicações pelo uso desses produtos acabaram tornando-se um grande problema de saúde pública.
Os riscos são grandes e podem ocasionar problemas em curto, médio e longo prazo, a depender da substância utilizada e do tempo de exposição ao produto. Pesquisas apontam que ocorrem mais de 200 mil mortes por ano no mundo em virtude de problemas gerados pelo uso de agrotóxicos, sendo que a maioria ocorre em países em desenvolvimento.
A intoxicação por agrotóxicos pode ocasionar tonturas, cólicas abdominais, náuseas, vômitos, dificuldades respiratórias, tremores, irritações na pele, nariz, garganta e olhos; convulsões, desmaios, coma e até mesmo a morte. As intoxicações crônicas — aquelas causadas pela exposição prolongada ao produto — podem gerar problemas graves, como paralisias, lesões cerebrais e hepáticas, tumores, alterações comportamentais, entre outros. Em mulheres grávidas, podem levar ao aborto e à malformação congênita.
Toda a população em alguma fase da vida será exposta a agrotóxicos, seja através do consumo ou durante o trabalho. Entre os grupos que mais sofrem com os efeitos dessa substância, podemos destacar os trabalhadores rurais que manuseiam frequentemente esse tipo de produto.
É possível observar com frequência trabalhadores do campo utilizando essas substâncias sem nenhuma proteção adequada. Além disso, muitas vezes a intoxicação desses trabalhadores não é levada a sério, além de, sequer, procurarem atendimento médico. Por isso, é comum a morte dessas pessoas, que muitas vezes não conhecem o verdadeiro risco de tais substâncias.
Entre alguns sintomas que podem surgir em virtude do manuseio de agrotóxicos, podemos destacar dores de cabeça, desmaios, convulsões, náuseas, falta de ar e vômitos. Por, normalmente, serem sintomas pouco específicos, é comum que não sejam associados a possíveis intoxicações. Entretanto, ao senti-los, é extremamente importante procurar um médico e informá-lo a respeito dos produtos que foram recentemente manipulados
Além dos problemas graves gerados aos trabalhadores rurais, agrotóxicos podem ser encontrados nos alimentos, prejudicando assim outras pessoas. Apesar de todos os cuidados do consumidor, que lava o alimento muitas vezes até com água sanitária, os agrotóxicos não são totalmente removidos dessa maneira. Algumas vezes, essas substâncias penetram nos tecidos vegetais, fazendo com que a lavagem remova apenas partes delas. Já a água sanitária é bastante útil para matar alguns micro-organismos, mas não é eficaz na eliminação de agrotóxicos.
Para diminuir o consumo dessas substâncias, a população pode optar por comprar produtos orgânicos. Esses alimentos caracterizam-se por não serem produzidos com a utilização de agrotóxicos.
quarta-feira, 24 de abril de 2019
quarta-feira, 17 de abril de 2019
Reino Fungi
Fazem parte deste reino os organismos unicelulares (leveduras) ou multicelulares (bolores e cogumelos), que não apresentam clorofila, ou seja, são heterótrofos.
Desenvolvem-se em ambientes úmidos, com matéria orgânica e pouca luminosidade. Os fungos multicelulares são formados por longas células em forma de filamentos (hifas), estas, por sua vez, se entrelaçam formando uma massa contínua com muitos núcleos (micélio). Os fungos, juntamente com as bactérias, possuem um papel muito importante na decomposição da matéria orgânica,através da síntese de enzimas altamente ativas.
Conheça mais sobre o Reino Fungi
Os fungos são organismos eucariontes, ou seja, apresentam uma carioteca que separa o núcleo celular do citoplasma. Possuem uma parede celular composta de quitina e armazenam glicogênio como substância de reserva energética, assim como os animais. São encontrados em diversos ambientes (terrestres e aquáticos), podendo ser parasitas, de vida livre, decompositores ou ainda viverem associados mutualisticamente a outros organismos.

Como ocorre a reprodução dos fungos?
A reprodução dos fungos pode ser sexuada ou assexuada. A reprodução assexuada ocorre por meio de células modificadas das hifas, capazes de produzir esporos geneticamente idênticos. Em condições ambientais favoráveis, esses esporos germinam e produzem novas hifas, em um processo chamado esporulação.
Alguns fungos multicelulares podem, ainda, reproduzir-se assexuadamente por fragmentação. Neste caso, a hifa seca se desprende, liberando células que agem como esporos e originam outras hifas. Também pode acontecer a reprodução assexuada por brotamento em fungos unicelulares, como as leveduras, onde os brotos se soltam da célula original formando novas células.
A reprodução sexuada também acontece por intermédio de esporos, iniciando através da fusão das hifas haploides, dando origem a hifas diploides que se dividem e, por meiose, formam esporos geneticamente diversos. Muitas espécies formam durante a reprodução sexuada uma estrutura reprodutiva chamada corpo de frutificação, que corresponde ao que conhecemos popularmente por cogumelo.
Como os fungos são classificados?
Os fungos são classificados em quatro grupos principais:
- Basidiomicetos: São fungos que constituem corpos de frutificação em forma de chapéu (cogumelos), podem ser multicelulares ou unicelulares. São exemplos desta categoria os cogumelos comestíveis do tipo Champignon, orelhas de pau, ferrugens e os carvões.
- Ascomicetos: São fungos que formam estruturas reprodutivas em forma de sacos, podem ser unicelulares ou filamentosos. São exemplos os bolores escuros, verde-azulados e vermelhos, que estão entre os principais responsáveis pelo apodrecimento de alimentos.
- Zigomicetos: São fungos multicelulares que não formam corpos de frutificação. Como exemplo, tem-se o bolor negro, uma das espécies mais conhecidas por ser encontrada em alimentos deteriorados.
- Quitridiomicetos: São fungos que apresentam flagelo em algum estágio do seu ciclo vital, podem ser unicelulares ou multicelulares e a maioria é encontrada em ambientes aquáticos.
Qual a importância dos fungos?
Os fungos possuem extrema importância no meio ambiente, pois juntamente com as bactérias, são responsáveis pela decomposição da matéria orgânica, ou seja, eles promovem o retorno de compostos inorgânicos ao ambiente, para que assim, possam ser reutilizados.
Os fungos também apresentam grande contribuição econômica, sendo utilizados na alimentação direta (champignons), na fabricação de alimentos(queijos, pães), na síntese de bebidas através da fermentação alcoólica (vinho, cerveja), na produção de combustíveis para automóveis (etanol) e na fabricação de antibióticos, como a penicilina, um dos principais antibióticos usados no combate a doenças bacterianas.
quarta-feira, 3 de abril de 2019
CÉLULAS PROCARIÓTICAS E EUCARIÓTICAS
Todas as células apresentam membrana plasmática e um citoplasma, entretanto, o núcleo não é encontrado em todas elas. As células das bactérias apresentam material genético distribuído no citoplasma sem estar organizado em um núcleo bem definido. O local onde se encontra o material genético desse tipo de célula é chamado de nucleoide. Dizemos que essas são células procarióticas, e os organismos que as possuem são chamados de procariontes.
As células procarióticas são bem simples e seu material genético disperso é resultado da falta de uma membrana chamada de carioteca, que delimita o núcleo em outras células. Além da ausência de carioteca, as células procarióticas não apresentam organelas celulares membranosas, tais como mitocôndrias, plastídios, retículo endoplasmático e complexo golgiense. É importante destacar que elas apresentam ribossomos, e estes são bem menores do que os encontrados em outras células.
As células que possuem núcleo delimitado pela carioteca são chamadas de eucarióticas e são muito mais complexas que as células procarióticas. Nesse tipo de célula encontramos um núcleo bastante individualizado e organelas que não são encontradas nos procariontes. Indivíduos com células eucarióticas são chamados de eucariontes.
As células eucarióticas são encontradas na maioria dos seres vivos, tais como fungos, protozoários, animais e plantas. Já as células procarióticas são encontradas apenas em bactérias e cianobactérias.
quarta-feira, 27 de março de 2019
EVOLUÇÃO DAS ESPÉCIES
Principal desenvolvedor do evolucionismo, Charles Darwin (1809 – 1882) coletou diversos fósseis e observou milhares de espécies de animais e vegetais. Ele notou que havia espécies com características diferentes umas das outras em regiões distantes e ele também observou isso nos fósseis quando as espécies eram separadas pelo tempo. Sua teoria evolucionista foi aprimorada por outros cientistas para explicar as alterações sofridas pelas diversas espécies de seres vivos ao longo do tempo, em sua relação com o meio ambiente.
Charles Darwin
A história de Darwin começou na Inglaterra. Após desistir da medicina e quase se tornar um sacerdote anglicano, o cientista foi convidado por John Stevens Henslow, um amigo botânico, para expedição ao redor do globo no navio Beagle, que durou aproximadamente 5 anos. Foi durante esse período que Darwin pode fazer suas observações. Hoje, Charles Darwin é considerado o maior naturalista de todos os tempos por suas contribuições cientificas.
Em 1838, Darwin leu um livro de Thomas Malthus (1766-1834) e se interessou pelo fato de que, apesar das espécies produzirem um grande número de descendentes, apenas alguns conseguiam sobreviver. Dessa maneira, Darwin concluiu que apenas os indivíduos que possuíssem características benéficas para enfrentar as condições do ambiente poderiam sobreviver e possuir uma maior chance de reproduzir novos descendentes. Sendo assim, nascia a chamada seleção natural em que apenas os animais mais adaptados conseguiriam sobreviver.
Alfred Russell Wallace, um zoólogo, chegava a conclusões semelhantes a de Darwin. Em 1859, Darwin publicou seu livro “A Origem das espécies” que também introduziu a ideia de evolução a partir de um ancestral comum.
Darwin possuía explicações muito diferentes de Lamarck, visto no módulo anterior, sobre, por exemplo, o pescoço da girafa. Para Darwin, em uma população de girafas, os indivíduos que eram mais altos tinham mais chances de se alimentar na escassez de folhas mais próximas do solo, dessa forma, esses indivíduos teriam mais chances de sobreviver. A longo prazo, essas girafas de pescoço comprido aumentaram de maneira gradativa. Darwin só não sabia explicar a origem das variações na população, como as mutações e as leis de Mendel, mas essas explicações vieram depois já que não eram conhecidas na época de Darwin.
Em 1838, Darwin leu um livro de Thomas Malthus (1766-1834) e se interessou pelo fato de que, apesar das espécies produzirem um grande número de descendentes, apenas alguns conseguiam sobreviver. Dessa maneira, Darwin concluiu que apenas os indivíduos que possuíssem características benéficas para enfrentar as condições do ambiente poderiam sobreviver e possuir uma maior chance de reproduzir novos descendentes. Sendo assim, nascia a chamada seleção natural em que apenas os animais mais adaptados conseguiriam sobreviver.
Alfred Russell Wallace, um zoólogo, chegava a conclusões semelhantes a de Darwin. Em 1859, Darwin publicou seu livro “A Origem das espécies” que também introduziu a ideia de evolução a partir de um ancestral comum.
Darwin possuía explicações muito diferentes de Lamarck, visto no módulo anterior, sobre, por exemplo, o pescoço da girafa. Para Darwin, em uma população de girafas, os indivíduos que eram mais altos tinham mais chances de se alimentar na escassez de folhas mais próximas do solo, dessa forma, esses indivíduos teriam mais chances de sobreviver. A longo prazo, essas girafas de pescoço comprido aumentaram de maneira gradativa. Darwin só não sabia explicar a origem das variações na população, como as mutações e as leis de Mendel, mas essas explicações vieram depois já que não eram conhecidas na época de Darwin.
Lamarck Darwin
NEODARWINISMO
Tamb;ém chamada de teoria sintética, teve contribuição de vários cientistas. Demonstra que a evolução é resultado de vários fatores, como a seleção natural, mutação, migração, entre outros, mostrando que isso gera alteração na frequência relativa dos genes.
Um fato importante foi a publicação em 1866 das Leis de Mendel, sendo que apenas em 1900 a teoria ganhou relevância, pois chegou a ser ignorada pela comunidade científica. As objeções que Darwin também não sabia explicar foram verificadas por Mendel, o que teve ainda mais relevância nas considerações feitas por Darwin.
Em 1909, Thomas Morgan (1866 - 1945), um geneticista publicou seu trabalho introduzindo a expressão “alteração genética” que deu ênfase posteriormente para que fosse visto que, a partir de mutações, os indivíduos eram “selecionados” pelo meio ambiente (seleção natural). A mutação pode ser provocada por um defeito no próprio mecanismo de duplicação do DNA; tal defeito pode ocorrer quando o indivíduo está exposto pela radiação ou, frequentemente, pelo raio ultravioleta, por produtos químicos e até mesmo certos vírus.
Uma mutação sem ligação do meio ambiente pode ocorrer, mas é um acontecimento raro, tendo uma frequência muito baixa na população. Essa mutação pode ser vantajosa, mas também pode ser alguma característica que leva à desvantagem, fazendo com que esse indivíduo não sobreviva e, consequentemente, não sendo passada para os descendentes.
Um fato importante foi a publicação em 1866 das Leis de Mendel, sendo que apenas em 1900 a teoria ganhou relevância, pois chegou a ser ignorada pela comunidade científica. As objeções que Darwin também não sabia explicar foram verificadas por Mendel, o que teve ainda mais relevância nas considerações feitas por Darwin.
Em 1909, Thomas Morgan (1866 - 1945), um geneticista publicou seu trabalho introduzindo a expressão “alteração genética” que deu ênfase posteriormente para que fosse visto que, a partir de mutações, os indivíduos eram “selecionados” pelo meio ambiente (seleção natural). A mutação pode ser provocada por um defeito no próprio mecanismo de duplicação do DNA; tal defeito pode ocorrer quando o indivíduo está exposto pela radiação ou, frequentemente, pelo raio ultravioleta, por produtos químicos e até mesmo certos vírus.
Uma mutação sem ligação do meio ambiente pode ocorrer, mas é um acontecimento raro, tendo uma frequência muito baixa na população. Essa mutação pode ser vantajosa, mas também pode ser alguma característica que leva à desvantagem, fazendo com que esse indivíduo não sobreviva e, consequentemente, não sendo passada para os descendentes.
Os fósseis estudados inicialmente pelo Darwin foram importantes para que mais estudos fossem feitos. Posteriormente foi visto que, ao comparar os fósseis de diversas espécies, como a nadadeira de uma baleia, asa de um morcego, pata de um cavalo e assim por diante, concluiu-se que, apesar de funções diferentes, os órgãos possuíam o mesmo “padrão” e que, provavelmente, eles foram evoluindo a partir de um mesmo órgão, como no caso, a pata.
Dessa forma, esse órgão teria se adaptado a diferentes tipos de função para a locomoção. Mais tarde, mais estudos foram feitos e que chegaram à conclusão de que alguns animais teriam a mesma origem embrionária e semelhanças anatômicas, chamadas de órgãos homólogos, e quando a embriologia e anatomia comparada mostravam que esses animais possuíam a origem embrionária e a anatomia diferentes, foram chamados de órgãos análogos, como no caso das asas das aves e insetos, apesar da mesma função.
Dessa forma, esse órgão teria se adaptado a diferentes tipos de função para a locomoção. Mais tarde, mais estudos foram feitos e que chegaram à conclusão de que alguns animais teriam a mesma origem embrionária e semelhanças anatômicas, chamadas de órgãos homólogos, e quando a embriologia e anatomia comparada mostravam que esses animais possuíam a origem embrionária e a anatomia diferentes, foram chamados de órgãos análogos, como no caso das asas das aves e insetos, apesar da mesma função.
Fonte: educação.globo
terça-feira, 26 de março de 2019
Conceitos básicos em Genética
A Genética é uma parte da Biologia que estuda, principalmente, como ocorre a transmissão de características de um organismo aos seus descendentes. Sendo assim, podemos dizer, resumidamente, que ela é uma ciência que se volta para o estudo da hereditariedade, preocupando-se também com a análise dos genes.
Ao estudar Genética, entender alguns termos é essencial. Observe abaixo os principais termos que devem ser compreendidos para um maior entendimento da Genética.
Conceitos Básicos em Genética
- Alelo: Forma alternativa de um mesmo gene que ocupa o mesmo lócus em cromossomos homólogos.
- Autossômico: Dizemos que os cromossomos são autossômicos quando não são sexuais, ou seja, todos os cromossomos, exceto o X e o Y. No total, temos 22 ;pares de cromossomos autossômicos.
- Cariótipo: É a constituição cromossômica de um indivíduo.
- Cromossomos: sequências de DNA espiraladas que carregam os genes.
- Fenótipo: Características bioquímicas, fisiológicas e morfológicas observáveis em um indivíduo. O fenótipo é determinado pelo genótipo e pelo meio ambiente.
- Genes Sequência de DNA que codifica e determina as características dos organismos. É a unidade fundamental da hereditariedade.
- Genótipo: Constituição genética de uma pessoa.
- Heterozigoto:Indivíduo que apresenta dois alelos diferentes em um mesmo lócus em cromossomos homólogos.
- Homozigoto: Indivíduo que apresenta o mesmo alelo em um mesmo lócus em cromossomos homólogos.
- Referência: Brasil Escola
quarta-feira, 13 de março de 2019
EUTROFIZAÇÃO
“ EUTROFIZAÇÃO”
A eutrofização (ou eutroficação) é um processo
normalmente de origem antrópica (provocado pelo homem), ou raramente de ordem
natural, tendo como princípio básico a gradativa concentração de matéria
orgânica acumulada nos ambientes aquáticos.
Entre os fatores impactantes, contribuindo com a crescente taxa de poluição neste ecossistema, estão: os dejetos domésticos (esgoto), fertilizantes agrícolas e efluentes industriais, diretamente despejados ou percolados em direção aos cursos hídricos (rios e lagos, por exemplo).
Entre os fatores impactantes, contribuindo com a crescente taxa de poluição neste ecossistema, estão: os dejetos domésticos (esgoto), fertilizantes agrícolas e efluentes industriais, diretamente despejados ou percolados em direção aos cursos hídricos (rios e lagos, por exemplo).
Durante esse processo, a quantidade excessiva de minerais (fosfato e nitrato) induz a multiplicação de micro-organismos (as algas) que habitam a superfície da água, formando uma camada densa, impedindo a penetração da luminosidade. Esse fato implica na redução da taxa fotossintética nas camadas inferiores, ocasionando o déficit de oxigênio suficiente para atender a demanda respiratória dos organismos aeróbios (os peixes e mamíferos aquáticos), que em virtude das condições de baixo suprimento, não conseguem sobreviver, aumentando ainda mais o teor de matéria orgânica no meio.
Em consequência, o número de agentes decompositores também se eleva (bactérias anaeróbias facultativas), atuando na degradação da matéria morta, liberando toxinas que agravam ainda mais a situação dos ambientes afetados, comprometendo toda a cadeia alimentar, além de alterar a qualidade da água, também imprópria ao consumo humano.
BIBLIOGRAFIA:
Por krukemberghe Fonseca
Graduado em Biologia
Equipe Brasil Escola
Graduado em Biologia
Equipe Brasil Escola
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